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Fingir para nos tornarmos no que sonhamos
Publicado em: 26 Jun, 2013
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A insegurança é, logo a seguir à droga e à adição ao escutismo, o fenómeno mais massacrante da espécie humana. Quantos de nós não sentiram já que não são tão bons como os outros gostariam que fossem; que não estão à altura do que queriam para a sua vida; que não têm massa neuronal suficiente para realizar grandes feitos? Numa conferência de antologia realizada na Ted, Amy Cuddy, professora universitária americana e grande especialista em ciências comportamentais, faz uma apologia do fingimento. Amy, ela própria um poço de inseguranças quando jovem, defende que se durante muito tempo fingirmos que somos quem gostaríamos de ser acabamos por nos tornar nessa pessoa. Aconteceu com ela. Não sei se é verdade ou não – mas a conferência é no mínimo inspiradora para milhões de inseguros em todo o mundo. 

 

 









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