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Um dia a comer e a beber à javarda a propósito de um jogo de ténis
Publicado em: 02 Mai, 2013
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Ontem foi dia de Portugal Open. Para a maior parte das pessoas que arranjam convites para a tenda VIP, ir ao Open é sonónimo de coisas razoavelmente abjectas. Comida boa à borla. Bebida óptima à discrição. Convívio, muito convívio. E pouco ténis. Eu, que sou um amante da modalidade – e praticante de sucesso, com direito a taças e tudo – não sou excepção. Comi. Bebi. Convivi – tanto que quase perdi o melhor jogo do dia, entre o espanhol David Ferrer (nº 4 do mundo) e o francês Edouard Roger – Vasselin (para aí o 40º). A culpa foi da Cristina Amaro, apresentadora do Imagens de Marca, que passa na SIC Notícias. Estava eu a alambazar-me à segunda sobremesa do dia quando surge ela, acompanhada do Pedro, seu marido, e me faz uma revelação estonteante: fomos colegas de faculdade. Foi o mote para recordar histórias, beber mais, comer a terceira sobremesa (mentira: era um plano que estava agendado mas que foi obviamente abortado pela vergonha que ainda me resta) e atrasar-me mais um pouco para o jogo.

Ainda assim, foi possível assistir ao final do primeiro set e aos dois seguintes. Ferrer, em nítida poupança de energia, aviou o franciu e prepara-se para ganhar o torneio. Ao longe, ainda foi possível vislumbrar, na tribunal principal, a imagem que há tantos anos se repete: João Lagos acompanhado do presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais. Corrijo: João Lagos, acompanhado do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, que o outro está a vegetar na choldra, de onde seguramente viu o jogo através da RTP2. Bom, fiquem com o resumo possível do dia.

 

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Os ténis fashion da minha mulher fora-de-série

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O David a todo o gás

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A tribuna principal, com João Lagos, António Costa e Diogo Infante









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