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As cartas que me enviam – II
Publicado em: 21 Mai, 2013
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Continua a saga da publicação das cartas, emails e tudo o mais que recebi ao longo dos anos. Desta vez, divulgo um postalinho que me foi carinhosamente remetido por uma leitora do Porto. Foi o epílogo de uma curta mas intensa relação que se pode resumir em três palavras: coito jornalístico interrompido. O que acontece é que a senhora era minha fonte mas a dada altura pensou que já era minha amiga. E que, nessa qualidade, podia começar a enviar-me material, digamos, menos ortodoxo. Depois da recepção deste recuerdo falámos ao telefone. Decidimos terminar a relação. E garanto: ela chorou. É que não parece mas sou extremamente macho.

 

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“Fernando: fotografias da minha terra que lhe prometi em tempos, na alternativa às de um farol. E como nada é nosso a partir de quando de promete, manda a (??) que as envie”

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“A cidade africana que mais me conquistou. Ou que eu conquistei.”

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“Palmeiras. Porque sim. Sempre. jhfjkdgjkhgfjkkkdf (…) neste mar que para mim é mais e maior que um oceano.”

Duas notas importantes:

1 – Por motivos óbvios, a identidade dos autores das cartas ou denúncias será sempre protegida. A única excepção serão as ameaças – até prova em contrário acredito que os cobardes não merecem protecção.

2 – As denúncias que divulgo não deram origem a notícias. Ou seja, para todos os efeitos não correspondem à verdade.









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