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Brincar com o cérebro dos leitores é bom? Claro que sim
Publicado em: 04 Fev, 2013
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1 – Criar cenas. Descrever pessoas em acção permanente e transcrever os seus diálogos atribui uma dinâmica à narrativa que envolve intensamente o leitor.

2 – Obsessão pelos detalhes. Para quê escrever “um carro” quando temos informação para escrever “um Mustang azul com estofos dourados e pneus carecas”? Ao pormenorizar a informação, fazemos com que quem nos lê mergulhe na narrativa.

mustang

Quem me dá um destes?

3- Escolher verbos de acção. Verbos fortes criam a sensação de movimento e intensidade, fundamentais para manter o leitor agarrado ao texto.

4 – Evitar escrever na forma passiva. Em vez de “o corpo da vítima foi encontrado”, porque não “um velho mendigo de 77 anos encontrou o corpo”? Só a segunda solução activa o cérebro.

5 – Cultivar os sentidos do leitor. O bom escritor ou repórter é aquele que consegue transmitir imagens, sabores, cheiros e texturas.

Para quem se interessa por estes temas da relação entre cérebro e criação, pode encontrar material fascinante aqui e aqui.









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