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Brincar com o cérebro dos leitores é bom? Claro que sim
Publicado em: 04 Fev, 2013
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cervo

Um anúncio do site de pesquisa de viagens Kayak foi recentemente banido da televisão inglesa. Não se sabe ao certo o que tinham fumado os criativos da agência de publicidade no momento em que idealizaram o filme – nota-se apenas que devia ser material do bom, uma vez que o resultado é hilariante.

No filme, um cirurgião manipula o cérebro de um doente durante uma operação com o objectivo de este lhe procurar, através do Kayak, soluções vantajosas para comprar uma viagem – tudo isto enquanto o paciente se encontra sob o efeito de uma anestesia. Durante 31 segundos, o médico vai escolhendo as zonas do cérebro que precisa de activar para conseguir as reacções que pretende. Ora vejam:

 

 

Activar zonas do cérebro. Não faltará muito para que cada jornalista tenha um neurocirurgião dentro de si. O jornalismo é cada vez mais uma ciência e conhecer o cérebro dos leitores é fundamental para captar a sua atenção, numa altura em que parece óbvia a tendência de afastamento entre os jornais e os consumidores de informação.

O futuro já começou. Várias universidades americanas e europeias estão neste momento a investigar a melhor forma de jornalistas e escritores de uma forma geral agarrarem quem os lê. As suas conclusões influenciarão decisivamente a forma como escreveremos no futuro. Embora os estudos estejam longe do fim – o cérebro humano, com os seus 86 biliões de neurónios, tem muitas ruas, avenidas, curvas e contracurvas – já há algumas certezas. Deixo-vos cinco segredos para construir pontes sólidas com quem lê:









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